A Mercedes optou, mais uma vez, por diferentes configurações para os carros de George Russell e Lewis Hamilton no Canadá. Os resultados foram positivos: o heptacampeão finalizou no pódio, com George logo atrás em quarto lugar. Mas não significa que foi fácil para o #63. Após a corrida, ele disse que é bom frear as expectativas, já que cada circuito entrega um desafio diferente à equipe.
“Gostaria de pensar que a alta velocidade deve nos agradar um pouco mais. Mas não há garantias, todas as pistas que fomos meio que nos deram uma incógnita. E estamos enfrentando problemas diferentes a cada fim de semana de corrida. Gostaria de pensar que seremos mais competitivos, mas realmente não sei”, disse ele.
“Com o carro em geral, resolvemos um problema e caímos em outra armadilha. O porpoising foi resolvido. Mas então, quando você aproxima o carro do chão, estamos batendo no chão de forma bastante agressiva. Não parece haver nenhum ponto ideal no momento”, acrescentou.
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Para tentar diminuir os quiques, a saída da Mercedes foi levantar o carro. Só que isso não significou que todos problemas foram resolvidos, ou pelo menos amenizados. E a resposta, para Russell, está no desempenho.
“Nós corremos com o carro alto, nós corremos com o carro baixo, e o desempenho não melhorou ou diminuiu. Mesmo quando você corre com o carro mais alto, você tem efeitos diferentes. Quando você corre baixo, você tem efeitos diferentes. É complicado de acertar”, explicou.
“Então, embora no papel parecesse ter havido uma pequena melhoria, ainda estamos muito longe de onde precisamos estar. Portanto, ainda não fizemos um grande progresso. Mas ainda estamos trabalhando o máximo que podemos para diminuir a diferença”, finalizou o #63.