A Fórmula 1 realizou uma nova bateria de testes de coronavírus e constatou novas infecções no paddock. De acordo com informações divulgadas pela categoria nesta sexta-feira (4), dois dos 5.704 testes retornaram com resultados positivos, o que implica em afastamento imediato das atividades e isolamento compulsório.
Os mais de cinco mil testes aconteceram ao longo da última semana. As identidades dos infectados não foram reveladas, como de praxe.
“A FIA e a Fórmula 1 podem confirmar que 5.704 testes de coronavírus foram realizados em pilotos, equipes e funcionários entre a sexta-feira de 28 de agosto e a quinta-feira de 3 de setembro. Destes, dois tiveram resultado positivo. A FIA e a Fórmula 1 divulgam estas informações agregadas com o propósito de manter integridade e transparência. Nenhum detalhe específico a respeito de quais equipes ou indivíduos será providenciado”, explicou o comunicado.

O que se sabe é que os infectados não são funcionários de alto escalão, como pilotos ou chefes de equipe. Neste sentido, o único caso positivo foi o de Sergio Pérez no GP da Inglaterra, resultando em duas semanas de isolamento e na chamada de Nico Hülkenberg como substituto de última hora. Na F2, Dan Ticktum perdeu treino livre após resultado inconclusivo na primeira examinação, mas foi liberado para competir normalmente após negativar a segunda.
O GP da Itália é o oitavo da temporada 2020. A categoria segue com diversos cuidados para minimizar exposição ao coronavírus, mas já relaxando medidas. A corrida em Mugello terá presença reduzida de público, enquanto o GP da Turquia quer colocar até 100 mil pessoas no Istanbul Park.