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Farfus lamenta fim de semana “frustrante” em Interlagos: “Carro não tinha ritmo”
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Farfus lamenta fim de semana “frustrante” em Interlagos: “Carro não tinha ritmo”

Augusto Farfus ficou decepcionado com o ritmo do BMW #31 em Interlagos, mas revelou ao GRANDE PRÊMIO que já voltou o foco para a próxima etapa e espera dar a volta por cima nos Estados Unidos

Bernardo Castro

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Augusto Farfus chegou para as 6H de São Paulo com a expectativa de se aproximar dos líderes do campeonato da GT3 — ou tomar a ponta da tabela —, mas isso não foi possível neste domingo (14). Sofrendo com o carro ao longo do fim de semana, o brasileiro admitiu ao GRANDE PRÊMIO que o BMW #31 não tinha ritmo e isso comprometeu o resultado final. Depois de terminar apenas na décima posição, Farfus descreveu o dia como “frustrante”.

O BMW #31 chegou a Interlagos com dois pontos de desvantagem para os modelos #91 e #92 da Manthey. Durante a classificação, o carro da WRT cravou o sexto lugar enquanto os rivais na briga pelo título foram segundo e quinto. Farfus, que tinha como objetivo assumir a liderança do campeonato dos GT3 correndo em casa, ficou frustrado por não ter ritmo para ir além de “quinto ou sexto”.

“Um dia difícil. A gente sabia que seria uma prova em subida, não esperava que seria tanto assim. Então o carro não tinha o ritmo que a gente esperava e foi bem frustrante. Viemos na esperança de sair daqui como líder do campeonato, ou ao menos diminuir a diferença, mas não foi possível, não tínhamos o necessário. O drive-through que tomamos durante a prova no full course yellow nos deixou para trás. Mas de qualquer maneira, o melhor que poderíamos alcançar seria um sexto ou sétimo. Não tinha muito mais para fazer”, lamentou Farfus.

Após a etapa em Interlagos, o Mundial de Endurance vai para os Estados Unidos em uma prova que marca o retorno do Circuito das Américas ao calendário. Farfus espera dar a volta por cima na pista que é um “território neutro” para todas as equipes.

Farfus espera um resultado melhor para o BMW #31 em Austin (Foto: Bruno Terena/Grande Prêmio)

“A gente espera um bom resultado. Toda prova que a gente vai, considerando nossa performance no campeonato, queremos lutar pela vitória, chegar lá e brigar pelo máximo. Infelizmente nem sempre é assim. COTA vai ser um território neutro para as montadoras, então é uma chance de a gente dar a volta por cima”, finalizou o brasileiro.

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