Chefe da Alpine, Oliver Oakes comemorou o fim do jejum de cinco corridas sem marcar pontos na temporada 2024 de Fórmula 1. O décimo lugar de Pierre Gasly no GP da Cidade do México, realizado neste domingo, trouxe ao time francês o primeiro tento desde o GP dos Países Baixos, disputado há dois meses, em Zandvoort. No entanto, o dirigente apontou que há muito o que ser feito para tirar a equipe do fundo do pelotão.

Em um campeonato com dez equipes, a Alpine ocupa a nona posição, somando 14 pontos nas 20 etapas realizadas — só está na frente da Sauber, que ainda não pontuou. Com quatro corridas para o fim da temporada, o time francês almeja, ao menos, o oitavo posto, ocupado pela Williams, com três tentos a mais — RB e Haas estão bem à frente, com 36 e 46 pontos, respectivamente.

“É bom sair da Cidade do México com um ponto e voltar para ao top-10. Pierre fez uma boa corrida, mas não tivemos o ritmo necessário para desafiar os carros da Haas hoje”, disse o chefe da Alpine.

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Pierre Gasly foi o responsável pelo tento da Alpine no México (Foto: Alpine)

“Não fomos tão competitivos na corrida quanto fomos na qualificação, então temos um pouco de trabalho a fazer nas próximas etapas”, completou Oakes.

Sem ter as mesmas atualizações que Gasly possui no carro, Esteban Ocon pouco pôde contribuir com a Alpine. Eliminado ainda no Q1 da classificação, o francês viu a equipe optar por trocar componentes do seu carro, tendo de largada do pit-lane. Em que pese ter conquistado algumas posições, Ocon foi só o 13º

“Aproveitamos a oportunidade para trocar os componentes do carro de Esteban, o que fez com que ele começasse a corrida nos boxes e fizessem um longo primeiro primeiro stint. Ele foi bem em conseguir recuperar algumas posições”, resumiu Oakes.

A Fórmula 1 retorna já neste fim de semana, entre os dias 1 e 3 de novembro, com o GP de São Paulo, etapa brasileira do calendário. O GRANDE PRÊMIO cobre ‘in loco’ e com grande equipe.