A Alpine ganhou recentemente os holofotes por um assunto extrapista, mas que impacta diretamente os planos para o futuro da equipe: Oscar Piastri. Depois de muita confusão com a McLaren — e além de ficar sem o piloto — a equipe francesa foi condenada a pagar pelas custas processuais do australiano, além da própria McLaren e os demais advogados envolvidos no julgamento. No fim, o prejuízo ficará em torno de R$ 3,2 milhões, segundo o site RacingNews365.

Apesar de tudo, para o chefe dos franceses, Otmar Szafnauer, o imbróglio com o piloto não manchou a imagem da equipe. “Acho que a imagem da Alpine é baseada no que acontece na pista e como atuamos. E é nisso que estamos focados agora”, disse ele.

“Faremos o melhor que pudermos. Não apenas para este ano, mas para continuar a melhorar a equipe”, acrescentou.

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Alpine teve grande confusão com Mclaren e Piastri (Foto: Alpine)

A vaga ao lado de Esteban Ocon segue em aberto. Um nome muito especulado nos últimos dias foi o de Pierre Gasly, que poderia querer algo diferente em 2023. Daniel Ricciardo, que está em busca de um espaço no grid, é outra opção.

Mas, além disso, Szafnauer reitera que o plano de melhorar a equipe passa também pelos funcionários. Tudo isso para tentar levar a Alpine à possibilidade de disputar um campeonato nos próximos anos.

“Estamos em uma campanha de recrutamento, estamos gastando dinheiro em ferramentas, porque entendemos o que é preciso para competir entre os três primeiros”, explicou.

“Esse é o nosso objetivo: ganhar um campeonato em cinco anos. Temos de investir para que isso aconteça. E estamos no meio disso. Então, a melhor coisa para a imagem da Alpine é vencer na pista, e é isso que vamos tentar fazer”, encerrou.