A Fórmula 1 segue sua caminhada para fazer um futuro mais consciente. Nesta terça-feira (5), anunciou que deseja implementar uma nova geração de unidades de potência em 2025, com motores 100% sustentáveis, para atender a meta de zero emissão de carbono em 2030.

Já na próxima temporada, a F1 vai usar uma mistura de combustível chamada E10, com 90% de componentes fósseis e 10% de etanol. A categoria pretende dar esse salto para ser um modelo para uso na sociedade.

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Largada do GP do Holanda (Foto: Beto Issa)

De acordo com o comunicado emitido, para 2025, os novos combustíveis serão criados em laboratórios sem forçar a modificação dos motores. A categoria espera que, com isso, os próximos carros sejam ainda mais rápidos que os atuais. Esses combustíveis serão feitos com lixo municipal e biomassa orgânica, salvando cerca de 65% das emissões de gases proporcionadas por derivados de fósseis, como petróleo.

É estimado que, em 2030, mais de 1,8 bilhão de carros de rua serão elétricos ou sustentáveis, por isso a Fórmula 1 quer seguir o mesmo caminho de causar o mínimo impacto no meio ambiente, com baixa emissão de gases.

A decisão de manter os motores de combustão é também uma busca por relevância tecnológica. A F1 acredita que, como a maioria dos carros produzidos e utilizados no mundo contam com motor a combustão, uma revolução neste tipo de tecnologia tende a ter impacto maior na indústria.

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