Apesar da surpreendente classificação de Fernando Alonso no sábado (19), com um sétimo lugar que pareceu acima das expectativas da Aston Martin para o GP dos EUA, o domingo foi um choque de realidade para a equipe. Sem ritmo para competir no top-10, o espanhol andou para trás e terminou apenas na 13ª posição, duas à frente do companheiro Lance Stroll. Após a prova, o bicampeão mundial admitiu que o carro simplesmente não tinha ritmo para ir além.

“Foi uma corrida dura para nós hoje”, lamentou Alonso. “Perdemos algumas posições após a largada, mas acho que nos classificamos à frente da posição natural do carro. Sabíamos que seria uma batalha para subir a montanha e ficar no top-10”, explicou.

“Foi um fim de semana difícil, e temos muitas coisas para analisar ao longo dos próximos dias para tentarmos melhorar até o México”, destacou.

Questionado sobre a evolução das outras equipes em relação à Aston Martin, que parece não conseguir sair do lugar, Alonso disse que o time não teve sucesso em extrair o máximo do carro. Assim, acaba prejudicado em um equilibrado pelotão intermediário, em que 0s3 podem mudar a vantagem de lado.

Alonso se conformou com resultado, já que Aston Martin não tinha ritmo para mais (Foto: Aston Martin)

“Devemos em ritmo na sprint e também hoje, foi difícil para nós. Otimizar o conjunto seria bom para nós, porque não performamos bem o suficiente. Acho que temos trabalho a fazer nos próximos dias”, avaliou.

“Tudo está muito equilibrado, e 0s2 ou 0s3 podem mudar todo o fim de semana. Precisamos otimizar esse conjunto, e não conseguimos aqui. Vamos ter mais uma oportunidade na próxima etapa”, finalizou Alonso.

A Fórmula 1 volta de 25 a 27 de outubro com o GP da Cidade do México, no Autódromo Hermanos Rodríguez.

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