Fernando Alonso evitou cravar que o GP da Bélgica será o pior fim de semana da Aston Martin na temporada 2026 da Fórmula 1, mas reconheceu que a equipe espera dificuldades em Spa-Francorchamps. O espanhol destacou que o AMR26 praticamente não evoluiu desde os testes de pré-temporada, enquanto as rivais seguiram levando atualizações ao longo do campeonato, e que o time britânico deve sofrer principalmente no setor intermediário.
Na quinta-feira, o chefe de operações de pista da Aston Martin, Mike Krack, classificou a etapa belga como a mais complicada do calendário para a equipe. Ao ser questionado se concordava com a avaliação, Alonso preferiu adotar cautela, embora admita que a equipe parte em desvantagem.
“Não sei, acho difícil de prever. A cada corrida, você tem sensações diferentes. Vai ser difícil para todos por causa dos regulamentos e da energia disponível. Para nós, ainda temos o mesmo carro do teste no Bahrein, os outros já atualizaram. Então, sim, temos este fim de semana para superar e, com sorte, no próximo estaremos um pouco melhores”, destacou em entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO.
“Começamos em um ritmo lento. A cada corrida, parece que ficamos mais lentos porque todos estão melhorando. Então, sim, temos este fim de semana para superar e, com sorte, no próximo estaremos um pouco melhores”, completou.
Alonso também comentou as dificuldades impostas pelas novas regras técnicas da F1 em Spa-Francorchamps, especialmente por conta da gestão de energia em um dos circuitos mais longos e velozes do calendário. O espanhol explicou que sequer passou pelo simulador antes da etapa e, por isso, prefere esperar as primeiras atividades de pista antes de tirar conclusões.
“Não não pilotei no simulador desta vez, então é difícil adivinhar. Tudo vai ser diferente do ano passado. No setor 2 estaremos tentando recarregar para a última reta. O trecho entre as curvas 10 e 17 será diferente, a Eau Rouge também. Vamos ver amanhã, depende de muitos fatores”, analisou.

Por fim, Alonso ressaltou que o desempenho não dependerá apenas da recuperação de energia, mas também das características do conjunto mecânico de cada equipe.
“Não se trata apenas da bateria disponível, mas também do motor a combustão que você tem, da velocidade que você atinge. Podemos ter mais dificuldades no setor 2 comparados às outras equipes e são esses trechos os mais difíceis de lidar, porque você compara os tempos e vê o quanto está atrás”, concluiu.
A Fórmula 1 volta neste fim de semana, de 17 a 19 de julho, com o GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps, décimo da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
Além da cobertura completa das atividades, o GRANDE PRÊMIO também estará in loco em Spa com o repórter Leonid Kliuev.
▶️ F1: confira o calendário completo de 2026
▶️ Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GPTV
GP da Bélgica de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
Horários no Brasil*
- Treino livre 1: 08:30
- Treino livre 2: 12:00
- Treino livre 3: 07:30
- Classificação: 11:00
- Corrida: 10:00
Horários em Portugal e Angola
- Treino livre 1: 12:30
- Treino livre 2: 16:00
- Treino livre 3: 11:30
- Classificação: 15:00
- Corrida: 14:00
Horários em Cabo Verde
- Treino livre 1: 10:30
- Treino livre 2: 14:00
- Treino livre 3: 09:30
- Classificação: 13:00
- Corrida: 12:00
Horários em Moçambique
- Treino livre 1: 13:30
- Treino livre 2: 17:00
- Treino livre 3: 12:30
- Classificação: 16:00
- Corrida: 15:00
*Horário de Brasília