No começo de março, o GP da Austrália foi cancelado logo após McLaren, Sebastian Vettel e Kimi Räikkönen abandonarem o Albert Park – depois de um funcionário da equipe inglesa ter o coronavírus detectado. A Fórmula 1, em seguida, optou por não realizar a prova.

Mas, agora, a situação será diferente: de acordo com Chase Carey, o chefe da categoria, casos novos da doença no paddock não impedirão a realização das oito etapas que foram confirmadas nesta terça-feira (2).

Chase Carey e Ross Brown (Foto: F1)
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Em entrevista ao site da categoria, o dirigente afirmou que consta na documentação oficializada nesta terça que não haverá paralisação ou cancelamento por tal motivo: “Se uma pessoa tiver o vírus detectado, incentivamos as equipes a colocar tal membro em quarentena, por exemplo em um hotel, e substituí-lo.”

“São muitos ‘e se?’ para analisar, não posso responder todos. Mas se uma equipe não quiser correr, não vamos cancelar o GP. Não posso aguentar as consequências que isso traria. Vamos trabalhar para que, se houver alguém infectado, isso não impeça a continuidade da prova. Se um piloto tiver coronavírus, há pilotos reservas.”

“Não estaríamos dando esse passo se não estivéssemos confiantes que temos todos os procedimentos necessários e habilidade para prover um ambiente seguro e controlar qualquer problema que existir”, completou Carey.

A temporada começará com duas etapas seguidas na Áustria, com a segunda sendo chamada de GP da Estíria, o Estado onde fica o Red Bull Ring. Em seguida, a categoria visita a Hungria e, depois, também duas rodadas em Silverstone.

Espanha, Bélgica e Itália completam os oito palcos oficializados, até o momento, pela F1.