Nono colocado no GP da Emília-Romanha deste domingo (18), sétima etapa da temporada 2025 da Fórmula 1, Isack Hadjar não ficou muito satisfeito com a decisão da Racing Bulls de chamá-lo aos boxes no momento em que o safety-car foi acionado. No fim, ainda que tenha sobrado algumas reclamações, o francês reconheceu que o desempenho da VCARB 02 “nunca esteve tão bom” quanto em Ímola.
Depois de largar da nona posição, o dono do #6 chegou a ser ultrapassado por Pierre Gasly e Charles Leclerc nos metros iniciais, mas conseguiu escalar o pelotão ao permanecer na pista no momento em que outros decidiram realizar a troca de pneus, entre as voltas 11 e 14. Quando estava em sétimo, porém, a equipe tentou tirar proveito do safety-car causado por Andrea Kimi Antonelli, no giro 46, e optou por realizar uma nova mudança de compostos, o que não agradou muito o novato.
“Teve um momento em que estávamos em sétimo e achei que seguiríamos assim até o fim. Uma pena pelo safety-car, porque acho que nossa estratégia estava perfeita”, disse Hadjar durante entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO. “Claro que não queria entrar [nos boxes], mas também porque não tinha a visão geral da corrida”, justificou.
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“Então, obviamente, preciso confiar no pessoal do pit-wall, mas agora vamos ver na análise se foi a escolha certa. Acho que não foi, mas enfim”, lamentou, antes analisar o resultado final no Autódromo Enzo e Dino Ferrari.
“Conquistamos pontos e largamos em nono. Gostaria que tivéssemos avançado mais, mas ainda assim foi bom. As condições estavam bem difíceis. O carro com certeza nunca esteve tão bom, mas ao mesmo tempo, talvez, estivesse um pouco mais difícil de pilotar”, completou Hadjar.
A Fórmula 1 retorna já no próximo fim de semana, de 23 a 25 de maio, com o GP de Mônaco.