O sonho de Toto Wolff de ver Max Verstappen vestindo o macacão prateado na temporada 2026 da Fórmula 1 está cada vez mais distante. Com o quarto lugar conquistado no GP da Bélgica, neste domingo (27), o neerlandês assegurou uma posição no top-3 do Mundial de Pilotos no recesso de verão e deu adeus à cláusula de performance presente no contrato com a Red Bull, válido até 2028.
A informação é do jornal neerlandês De Telegraaf, que acrescenta que uma saída forçada da equipe de Milton Keynes é altamente improvável. Além disso, Verstappen está contente nos bastidores com a chegada de Laurent Mekies como novo chefe de equipe e o trabalho feito nas últimas semanas.
Portanto, a expectativa, ainda de acordo com a publicação, é de que a Mercedes anuncie em breve um novo acordo com Andrea Kimi Antonelli e George Russell, que têm contratos válidos até o final desta temporada apenas. Uma mudança em 2027, no entanto, não está descartada por Verstappen, que quer entender a ordem de forças no novo regulamento primeiro, ainda segundo o jornal neerlandês.
Inclusive, foi a quinta colocação de Russell no GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps, que impediu a queda de Verstappen para fora do top-3 do Mundial de Pilotos na Hungria, a última etapa antes do recesso de verão. Com 157 pontos, o britânico tem 28 tentos a menos que o atual tetracampeão da F1, que já soma 185.

No entanto, mesmo se tivesse a opção de acionar a cláusula, não era certo se Verstappen iria optar por uma saída da Red Bull, equipe que defende desde 2016. Quando questionado, o empresário Raymond Vermeulen se recusou a falar sobre contratos e cláusulas.
O fim de semana em Spa, porém, não foi dos mais tranquilos para Verstappen, que venceu a corrida sprint, mas ficou em quarto na classificação e na prova principal. Com isso, chegou à indesejada marca de três corridas sem pódios pela primeira vez em seis anos.
A Fórmula 1 volta de 1º a 3 de agosto em Hungaroring, palco do GP da Hungria, 14º da temporada.
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