Pierre Gasly não teve um GP da Itália tranquilo. Na primeira corrida pela Alpine após renovar o contrato com a equipe francesa até 2028, o piloto largou em Monza do pit-lane e tentou uma estratégia mais ousada, permanecendo por mais tempo na pista na esperança de uma entrada de safety-car ou bandeira vermelha. Porém, não aconteceu.
Sem ritmo, o francês foi 16º colocado, concluindo a terceira corrida consecutiva fora dos pontos. A Alpine amarga também a última posição no Mundial de Construtores, 24 pontos atrás da Haas. Gasly relatou dificuldades em relação ao ritmo.
“Estávamos com dificuldades de ritmo no sábado e no domingo, e sabíamos que vindo para Monza sempre será difícil. Largando do pit-lane, tentamos coisas diferentes, Franco largou de médios e eu de duros. Tentei ir o mais longe possível. Acho que demos 50 voltas esperando por uma bandeira vermelha ou safety-car, mas não aconteceu. Estamos tentando. E vamos seguir tentando todo fim de semana”, comentou Gasly.
▶️ Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GP2
▶️ LEIA TAMBÉM: Verstappen vence com serenidade GP da Itália de patacoada da McLaren. Bortoleto é 8º

O piloto também comentou que, apesar de repetitivo, o discurso de união da Alpine precisa ser adotado até o fim da temporada, especialmente com o desejo de melhoria para 2026. Além da introdução de um novo regulamento, a equipe conta com a chegada dos motores Mercedes, encerrando a fabricação das unidades da Renault.
“Sabemos a situação que estamos. Não temos atualizações chegando, sabemos que é sempre o mesmo discurso, mas precisamos nos apoiar nisso. Sabemos que o próximo ano traz um carro totalmente novo. É um reinício. Sou muito positivo e otimista, então vou tentar meu melhor e pegar todas as lições possíveis como um time. Vamos tentar de novo em Baku”, declarou.
A Fórmula 1 retorna de 19 a 21 de setembro com o GP do Azerbaijão, 17ª etapa da temporada 2025.