Red Bull cita “falta de desempenho” e minimiza estratégia na Hungria: “Não tínhamos ritmo”
Laurent Mekies, chefe da Red Bull, disse que os problemas começaram no TL1 e a equipe não tinha o ritmo necessário para somar mais pontos no GP da Hungria
A Red Bull mudou de gestão, mas o pior fim de semana da equipe na temporada 2025 foi no GP da Hungria, que aconteceu no último domingo (3). Com Yuki Tsunoda fora dos pontos e Max Verstappen apenas em nono, o novo chefe Laurent Mekies admitiu que o time sofreu com o desempenho desde o início do TL1 e não havia muito a ser feito no Hungaroring.
Mekies estreou na Red Bull com o RB21 apresentando um ritmo bom o suficiente para Verstappen vencer a sprint na Bélgica. O bólido, no entanto, não é afeito às características do circuito de Hungaroring e, por isso, a equipe sofreu durante a passagem pela Hungria. As dificuldades começaram logo no TL1, em que Max foi apenas nono.
Na classificação, o tetracampeão foi apenas oitavo e, ainda que tenha brigado com Gabriel Bortoleto pelo sexto lugar na corrida, sofreu com a estratégia da Red Bull, ficou preso no tráfego e cruzou a linha de chegada apenas em nono. Tsunoda, por sua vez, caiu no Q1, largou dos boxes depois de trocar os componentes do motor e chegou em 17º.
Com apenas dois pontos somados, o GP da Hungria só não foi pior em termos de resultado para a Red Bull que as etapas na Áustria, em que saiu zerada após o abandono de Verstappen na primeira volta, e na Espanha, em que Max foi punido por um lance com George Russell e somou apenas um ponto depois de cair para décimo.

Porém, tanto na Áustria quanto na Espanha a Red Bull tinha ritmo, ao menos com Verstappen, para brigar por posições melhores. Na Hungria, esse não foi o caso e o chefe Mekies reconheceu que a equipe teve problemas desde o TL1.
“Foi um fim de semana muito difícil desde a primeira volta do TL1 e a corrida refletiu isso. Perdemos algo muito importante neste fim de semana e analisamos muitas coisas com Yuki e Max para tentar voltar ao nível que tínhamos e colocar o carro na janela certa. A equipe tentou de tudo, mas faltou o desempenho básico para conseguirmos brigar no topo”, disse o chefe da Red Bull.
“A verdade é que não tivemos o desempenho necessário, então, o momento em que paramos Max não foi decisivo para o resultado da corrida porque não tínhamos ritmo para extrair do carro”, finalizou o chefe da Red Bull.
Depois do GP da Hungria, a Fórmula 1 volta às pistas apenas após o recesso de verão, entre os dias 29 e 31 de agosto, para o GP dos Países Baixos, em Zandvoort. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
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