O interesse de Barranquilla em receber uma etapa da Indy se soma ao movimento iniciado por Goiânia e reforça uma questão que a categoria parece evitar há anos: a necessidade de voltar a olhar para além da América do Norte.
Apesar da cautela adotada pela Indy, que prioriza a estabilidade financeira e operacional da categoria dentro dos EUA, o interesse crescente de mercados internacionais — e com apoio governamental — sugere que existe espaço para uma presença internacional mais robusta. Afinal, a demanda está surgindo. Resta saber se a Indy está disposta a aproveitá-la.
Daniel Balsa analisa como o surgimento de novos candidatos internacionais evidencia um potencial global que a Indy ainda não conseguiu transformar em expansão concreta.