Massimo Meregalli afirmou que a Yamaha começa “a ver a luz” no fim do túnel na MotoGP. O chefe da equipe de Fabio Quartararo e Alex Rins considerou que situação já é melhor, mesmo que os problemas não estejam resolvidos.
A Yamaha fechou a primeira parte da temporada na penúltima colocação do Mundial de Construtores, com 48 pontos, 267 a menos do que a líder Ducati. Mas, apesar do placar negativo, o clima é de otimismo, já que a fábrica de Iwata entende que está indo no rumo certo.
“Estamos melhor”, disse Meregalli. “Durante o inverno, nós conseguimos contratar novos engenheiros, especialmente um, Massimo Bartolini, que está fazendo um trabalho extraordinário e nos dando apoio”, segui, se referindo ao novo diretor-técnico.
“Trouxemos alguma referência, mas também ideias e uma maneira diferente de trabalhar. E estamos em uma situação melhor do que no ano passado, ainda que as corridas tenham ficado mais difíceis, pois a competição está ficando mais dura. Mas estamos vendo que estamos dando os passos”, avaliou. “Este ano, nós temos concessões — ninguém deveria ficar orgulhoso de ter concessões —, mas estamos tentando explorar essas concessões”, acrescentou.

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Meregalli destacou a importância do tempo extra de pista, mesmo que a Yamaha tenha dado azar com o clima que encontrou durante os exercícios privados.
“Este tempo extraordinário que podemos passar na pista é útil se você tem material para testar e se o clima te ajuda. Pois temos tido muito azar. Basicamente, dos cinco dias de teste, tivemos realmente um único bom, e foi em Valência, uma semana antes de Assen”, recordou. “Mas nós realmente exploramos aquele dia o máximo possível. E conseguimos, a partir daquele teste, levar novas peças para Assen”, contou.
Questionado sobre como descreve a situação e se a Yamaha vê luz no fim do túnel, Meregalli respondeu: “Ah, não. Talvez estejamos no meio [do túnel]. Começamos a ver a luz”.
Na visão de Maio, a principal fraqueza da YZR-M1 é na eletrônica e também no peso da moto.
“A eletrônica, com certeza, [é a maior fraqueza]. Estamos realmente começando a trabalhar nisso”, indicou. “E o peso da moto. Não o peso, mas também a densidade, pois o peso não é a única causa dessa densidade”, encerrou.
Depois das férias, a MotoGP volta à ativa neste fim de semana, com o GP da Grã-Bretanha, em Silverstone, 10ª etapa da temporada 2024. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade durante todo o ano.