Bagnaia acaba com jejum da Ducati e fecha 2022 com chave de ouro
A conquista de Francesco Bagnaia foi de um simbolismo enorme, mas não só por encerrar um longo jejum de títulos da Ducati, mas também pela importância para o motociclismo italiano
Acabou o jejum da Ducati na MotoGP. Mas também acabou o da Itália. E o de um italiano com uma moto da Itália. A conquista de Francesco Bagnaia no GP da Comunidade Valenciana de domingo (6) tem um simbolismo enorme não só para a casa de Borgo Panigale, mas também para o país.
No GP às 10, Juliana Tesser fala da campanha vitoriosa de Pecco, dos desafios enfrentados em 2022, da transformação da Ducati e do que está por vir para uma equipe que conheceu o fundo do poço, mas que trabalhou arduamente para sair do outro lado.
Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2009, Juliana Tesser começou a carreira atuando como assessora de comunicação na área governamental. A migração para a reportagem aconteceu no fim de 2010.
No ano seguinte, passou a atuar como repórter no Grande Prêmio. Desde então, se especializou na cobertura de motociclismo, especialmente motovelocidade.
Além de editora sênior de moto do Grande Prêmio, Juliana tem experiência com redação publicitária e também como tradutora e agente literária para a publicação no Brasil do livro 'Valentino Rossi - A obra-prima', do jornalista italiano Enrico Borghi.
Primeira mulher a comentar corridas de moto na televisão brasileira, Juliana participa das transmissões da MotoGP na ESPN desde 2022.