Diogo Moreira foi o piloto mais rápido da segunda bateria de testes coletivos organizados pela Pirelli com os pneus de 2027 nesta segunda-feira (27), na Áustria.
Na esteira do GP da Áustria, as cinco fábricas da MotoGP permaneceram no Red Bull Ring para um dia de testes privados. Os pilotos que participaram foram: Johann Zarco, Diogo Moreira e Takaaki Nakagamo pela Honda; Toprak Razgatlıoğlu, Jack Miller, Izan Guevara e Augusto Fernández representando a Yamaha; Marc Márquez, Franco Morbidelli e Fermín Aldeguer atuaram pela Ducati; Marco Bezzecchi, Raúl Fernández e Lorenzo Savadori atuaram com a Aprilia; e Pedro Acosta, Brad Binder, Pol Espargaró, Maverick Viñales e Senna Agius trabalharam com a KTM.
De acordo com o jornalista italiano Rosario Triolo, o brasileiro marcou 1min28s4 e liderou a lista dos 18 pilotos que participaram da atividade. Pedro Acosta foi o segundo com 1min28s8, seguido por Marco Bezzecchi, que marcou 1min29s1. Fermín Aldeguer (1min29s1) e Johann Zarco (1min29s2) fecharam o top-5 do teste.
Marevick Viñales, Franco Morbidelli, Raúl Fernández, Marc Márquez e Senna Agius. Dessa lista, Viñales e Agius andaram com motos de 1000cc adaptadas e não com os novos protótipos de 850cc.

O teste, que foi feito com as motos de 850cc, mas também com protótipos atuais adaptados às limitações do próximo regulamento, contou com sol e temperatura da pista variando entre 19 e 38°C. A Pirelli testou compostos macios, médios e duros para pneus slicks, tanto dianteiros quanto traseiros.
Chefe da Pirelli, Giorgio Barbier celebrou o desfecho positivo da segunda bateria de testes coletivos organizados com os pneus de 2027.
“A sessão de hoje no Red Bull Ring representa outro passo à frente no desenvolvimento da gama de pneus Pirelli para a temporada 2027 do Mundial de Motovelocidade, quando vamos estender à classe rainha a função de fornecedora única que já desempenhamos na Moto2 e Moto3”, disse Barbier. “Nosso programa de desenvolvimento é abrangente e inclui tanto testes coletivos, como a sessão de hoje, quanto atividades privadas de desenvolvimento realizadas em estreita colaboração com as fábricas”, seguiu.

“O processo vai culminar no primeiro teste oficial de 2027, que vai acontecer em Valência no início de dezembro, com a participação de todos os pilotos da próxima temporada”, destacou.
“Estamos satisfeitos com o desfecho do teste na Áustria. Os pilotos, incluindo vários estreantes que deram uma valiosa contribuição ao trazerem abordagens e perspectivas de pilotagem diferentes, conseguiram avaliar soluções slicks de macios, médios e duros, tanto dianteiros quando traseiros, usando protótipos das futuras motos de 850cc em alguns casos e motos da atual geração devidamente adaptadas em outros”, explicou. “No geral, o feedback coletado por positivo e confirma o nível alto de performance das soluções testadas, particularmente em termos de aderência e estabilidade. Ele também nos deu informações valiosas para refinar o programa de desenvolvimento e definir as características da gama que vamos disponibilizar na próxima temporada com mais precisão. Como sempre, gostaria de agradecer as fábricas, as equipes e os pilotos pela cooperação construtiva”, encerrou.
A MotoGP volta a acelerar de 2 a 4 de outubro, em Motegi, para o GP do Japão, 16ª etapa da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO acompanha toda a programação do fim de semana, assim como as demais categorias do Mundial de Motovelocidade.
MotoGP hoje: perguntas frequentes
Quem lidera o Mundial de MotoGP 2026?
Jorge Martín lidera a classificação com 306 pontos, 12 a mais que Marc Márquez. Marco Bezzecchi aparece em terceiro, com 264.
Quando acontece a próxima corrida da MotoGP?
A próxima etapa é o GP do Japão, marcado para o fim de semana de 2 a 4 de outubro, no Mobility Resort Motegi.
Quais são os horários do GP do Japão de MotoGP?
No horário de Brasília, a classificação começa às 22h50 de sexta-feira (2), a sprint acontece às 3h de sábado (3) e a corrida larga às 2h de domingo (4).