Apesar de 50 minutos de puro caos na corrida 2 do Velocitta, Felipe Baptista teve controle da prova desde a largada, quando assumiu a liderança, até a bandeira quadriculada. Mesmo assim, isso não quer dizer que o jovem piloto não correu riscos em pista, como explicou logo depois da cerimônia do pódio. Em especial, a escolha de parar ainda cedo na prova quase custou caro no fim.

Em uma pista com alto nível de desgaste dos pneus, Baptista optou por parar ainda cedo e foi um dos primeiros a ir para os boxes. Como explicou ao final da corrida, a decisão estratégica foi tomada após notar que havia uma bagunça em pista que poderia provocar um novo safety-car, já que a prova foi paralisada pela primeira vez depois de algumas escapadas logo na largada.

O safety-car até veio, mas bem tarde, com 4 minutos para o fim. Até lá, Baptista já tinha se livrado da confusão, mas estava com pneus bem desgastados e teve de segurar Felipe Fraga e Arthur Leist, que vinham logo atrás. O piloto também exaltou o bom ritmo do carro #121, que cumpriu a missão e venceu mais uma vez.

“Estou muito feliz. O carro estava bom o tempo todo, tanto na chuva quanto no seco. Optamos por parar um pouco cedo porque havia uma bagunça na pista que poderia provocar um safety-car. Então, preferimos não arriscar”, explicou Baptista.

“No final, essa escolha custou um pouco, porque eu estava com pneus bem ruins, mas consegui segurar. Fraga e, principalmente, Leist estavam chegando muito rapidamente, mas consegui manter uma distância segura. O safety-car me preocupou um pouco, mas relarguei bem para manter essa distância boa até a linha de chegada. Só tenho de agradecer à equipe pelo trabalho sensacional, ao meu engenheiro também”, encerrou Baptista.

Stock Car agora retorna entre os dias 7 e 9 de agosto para realizar a sétima etapa da temporada 2026, em Santa Cruz do Sul (RS). Ao todo, 12 rodadas estão programadas para este ano.

Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GPTV