A McLaren explicou que uma rachadura em uma peça do assoalho limitou Lando Norris a 14 voltas no TL1 do GP do Azerbaijão nesta quinta-feira (24), mas Rob Marshall ressaltou que o principal desafio em Baku é entender o novo pacote de atualizações. O diretor técnico afirmou que a equipe ainda tem “muito o que aprender” para extrair todo o potencial das novidades durante o fim de semana.

Em entrevista ao site oficial da Fórmula 1 após o TL2 em Baku, Marshall classificou o problema como pequeno e explicou que a equipe decidiu fazer o reparo temporário mesmo sem ter certeza de que a rachadura comprometeria o funcionamento do carro.

“Sobre o assoalho, foi um problema menor. Detectamos uma rachadura em uma peça e aquelas abraçadeiras foram colocadas para amenizar a situação e impedir que piorasse enquanto decidíamos a solução definitiva. Então, poderíamos ter deixado como estava. Talvez tivesse dado certo se tivéssemos deixado daquele jeito. Mas não quisemos, estávamos com falta de peças”, explicou.

Marshall ressaltou que problemas desse tipo fazem parte do processo de levar novos componentes para a pista, principalmente porque os testes realizados antes de uma etapa não conseguem reproduzir completamente as condições encontradas durante um fim de semana de corrida.

“Olhando para todo o grid, você verá que coisas dão errado. Precisamos lembrar que estamos correndo com protótipos e fazemos o possível para simular as condições, mas, no fim das contas, você chega à pista e ela não é exatamente como esperava”, afirmou.

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Lando Norris teve desempenho abaixo do esperado durante os treinos livres em Baku (Foto: McLaren)

Além do reparo no assoalho, a McLaren trabalhou na avaliação de um pacote significativo de atualizações aerodinâmicas. Segundo Marshall, a equipe ainda precisava compreender melhor o comportamento dos novos componentes para extrair o desempenho esperado. O dirigente também destacou que o comportamento aerodinâmico do carro corresponde às expectativas iniciais, apesar da necessidade de transformar essa característica em desempenho.

“Acho que colocamos muitas peças novas no carro hoje. Há muito o que aprender. Quando instalamos um novo pacote, precisamos aprender a ajustá-lo de forma ideal, e acho que ainda não conseguimos. Penso que o carro parece estar fazendo o que queríamos”, explicou.

“O mapa aerodinâmico parece estar bem adequado. Agora é só uma questão de ajustar o desempenho, pois são muitas peças novas. Ainda é cedo para avaliar. Tivemos uma primeira sessão um pouco conturbada, mas vamos ver como nos saímos amanhã”, concluiu.

O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do GP do Azerbaijão AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV. Além da cobertura completa, o GRANDE PRÊMIO está in loco com o repórter Leonid Kliuev.

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