Lewis Hamilton passou boa parte do GP de Mônaco de Fórmula 1, vencido por Sergio Pérez, travado atrás de Fernando Alonso. Mesmo com ritmo superior ao do espanhol da Alpine, o heptacampeão mundial não conseguiu realizar a ultrapassagem e se viu preso na traseira do rival.
Enquanto segurava o pelotão, Alonso viu Lando Norris disparar à frente – o que fez o chefe da Mercedes, Toto Wolff, classificar o ritmo do bicampeão como “de GP2”. O piloto da Alpine, no entanto, não deixou barato e fez questão de responder, justificando a decisão de segurar velocidade nas ruas de Monte Carlo.
“Tivemos que administrar muito os pneus. Estávamos preocupados que os pneus médios poderiam esfarelar muito no nosso carro, e nas primeiras 10 ou 15 voltas eu cuidei muito dos compostos”, afirmou Alonso, que aproveitou para dar sua já tradicional cutucada.

“Depois disso, eu voltei a pisar fundo quando a equipe me contou que Esteban (Ocon) precisava de cinco segundos de vantagem. Mas, naquele ponto, Hamilton não queria acelerar e estava ‘segurando’ Esteban atrás – então, sim, decepcionante”, completou.
Alonso também fez sua análise do GP de Mônaco e disse que, mediante as circunstâncias, a sétima posição na corrida ficou de bom tamanho. Agora, o bicampeão mundial soma 10 pontos no Mundial de Pilotos, na 13ª colocação.
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“Foi uma corrida bastante desafiadora, para ser sincero. Interessante, penso eu, vista de fora. Todos os tipos de condições, impossível de pilotar no começo, bandeiras vermelhas, baixa visibilidade… e, então, pouquíssima aderência na pista, pneus intermediários, secos, a batida. E, a partir daí, uma mini-corrida de 33 voltas. Uma tarde difícil de executar, no aspecto de pilotagem e estratégia de equipe, então estamos felizes com o sétimo lugar”, concluiu.
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