A FIA confirmou uma mudança no sistema de pontos para a superlicença da Fórmula 1. A janela para os pilotos acumularem pontuação foi expandida para quatro anos, por efeito da pandemia de coronavírus.

A mudança foi aprovada durante uma reunião do Conselho Mundial do Esporte a Motor. Antes da alteração, pilotos precisavam juntar 40 pontos de superlicença em um espaço de três anos para se tornarem elegíveis a competir na Fórmula 1.

Como a pandemia provocou efeitos no automobilismo de base, com categorias cancelando temporadas ou com mudanças de calendário, a preocupação aumentou.

GUANYU ZHOU; FÓRMULA 2; LARGADA; CORRIDA 2; SÓCHI;
Guanyu Zhou sai na frente da curta corrida 2 da F2 na Rússia (Foto: F2/Reprodução)

“Por conta da atual situação global, a janela em que os pilotos podem marcar pontos da superlicença foi aumentada de três para quatro anos. O maior número de pontos acumulados em três anos ou em período de quatro que inclui 2020 será considerado”, citou a FIA em comunicado oficial.

A Federação também confirmou que vai abrir discussões para conceder a superlicença a pilotos que não alcançaram os 40 pontos por conta de condições nas quais não tiveram impacto. Eles precisam somar o mínimo de 30 pontos e mostrar “excelente capacidade de pilotagem em monopostos” para entrarem na análise do novo regulamento.

Apesar dos 40 necessários para competir na Fórmula 1, a FIA confirma que apenas 25 pontos são necessários para participar de um fim de semana de GP, como nos casos de Mick Schumacher e Callum Ilott, que participariam do treino livre 1 em Nürburgring antes do cancelamento.

Conheça o canal do Grande Prêmio no YouTube.
Siga o Grande Prêmio no Twitter e no Instagram.