Conforme já era esperado, a Fórmula 1 não terá o GP da França no calendário da temporada 2023. A confirmação foi feita na noite de quarta-feira (24) pelo chefe da categoria, Stefano Domenicali, mas o dirigente deixou aberta a possibilidade de um retorno da corrida “no futuro”.
A saída da França já vinha sendo especulada desde o anúncio de mais uma corrida nos Estados Unidos, em Las Vegas, e o retorno da China. Outras praças também estão sob ameaça por terem contratos válidos apenas até o final desse ano, como os tradicionais GPs de Mônaco e da Bélgica.
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“Estamos discutindo com a Federação Francesa e também com o governo, pois o futuro está cada vez mais ligado aos promotores [do evento], que enxergam isso como um investimento para o país, para a comunidade”, declarou Domenicali à imprensa. “Portanto, as discussões estão muito, muito abertas para o futuro”, acrescentou.
Atualmente, o calendário da F1 conta com 22 etapas, e há ainda negociações envolvendo possíveis retornos de África do Sul e também Portugal. O chefe da categoria indicou uma solução para que ninguém fique de fora, porém descartou que seja usada já em 2023.
“Uma possibilidade, não para o ano que vem, mas para o futuro, pode ser um tipo de revezamento que permita a todos fazerem parte do calendário. Acho que é uma questão de respeito”, encerrou.
A primeira edição do GP da França foi em 1950, em Reims. O local, inclusive, recebeu 11 GPs, mas os circuitos que mais foram a casa da corrida francesa foram Magny-Cours, que esteve na F1 de 1991 a 2008, e Paul Ricard, onde a categoria correu nas últimas quatro vezes. Ao todo, cada pista recebeu a F1 em 18 ocasiões.
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