Lewis Hamilton deixou claro que não concordou com a decisão da Ferrari de chamá-lo aos boxes na parte final do GP da Hungria, realizado neste domingo (26), 11ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1. De acordo com o heptacampeão, caso permanecesse na pista, teria totais condições de garantir um lugar no pódio, o que não aconteceu no fim das contas.
Depois de ser punido e ter de largar da quinta colocação, o britânico até saltou para o quarto lugar logo no início, mas ficou preso atrás de Max Verstappen por bastante tempo, o que o atrapalhou a entrar na briga contra as McLaren em Budapeste. Da mesma forma, a decisão da equipe de pará-lo na volta 57, quando o safety-car virtual foi acionado, acabou o jogando da segunda posição para a quarta.
Como resultado, foi superado pelo tetracampeão da Red Bull e também por Andrea Kimi Antonelli, além de ter sido punido com 5s por não respeitar o limite de velocidade no pit-lane. “Sim, definitivamente acho que não deveríamos ter feito a parada”, respondeu Hamilton ao ser questionado pela emissora britânica Sky Sports sobre a decisão de trocar os pneus nesse momento final.
“Mas a chamada veio literalmente instantes antes da entrada dos boxes, e não tive tempo para discutir. Nessas horas, você precisa confiar na decisão que foi tomada”, justificou. “Olhando em retrospecto, meus pneus estavam completamente bons. Provavelmente perderia a posição para Max, mas acho que, pelo menos, conseguiria manter o terceiro lugar”, analisou.
“Depois disso, acabamos abrindo a porta para a punição que recebi no fim das contas”, encerrou o #44, que precisou mesmo se contentar com o quinto lugar, atrás também de Charles Leclerc.
A Fórmula 1 agora entra de férias. A categoria retoma as atividades da temporada 2026 de 21 a 23 de agosto, com o GP dos Países Baixos, em Zandvoort.
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