Max Verstappen descartou qualquer possibilidade de reconstrução da Red Bull na Fórmula 1. Em entrevista ao RN365, ele disse que o time passa por ajustes finos que renderam alguns passos atrás, afinal, em 2026 não está na mesma forma de anos anteriores, que renderam quatro títulos mundiais e seis de construtores.
Pudera: nomes como Christian Horner, Adrian Newey, Jonathan Wheatley e Will Courtenay encerraram suas passagens de mais de vinte anos na Red Bull. Mais do que isso, o parceiro Gianpiero Lambiase foi contratado pela McLaren e chega ao time papaia na temporada 2028.
Este elenco de peso que foi saindo aos poucos passou a impressão de que a Red Bull estaria sofrendo uma espécie de “fuga de cérebros”, afinal, são peças-chave e figuras influentes nesta era de ouro vitoriosa. Max afirmou categoricamente que a estrutura central da equipe permanece tão sólida quanto sempre.
“Não chamaria isso de reconstrução porque realmente não há nada a reconstruir, existe uma estrutura muito forte na equipe que continua funcionando. Não é como se algumas pessoas tivessem saído e ninguém mais soubesse o que fazer. É apenas um ajuste fino”, analisou o tetracampeão.

Embora 2026 não venha sendo fácil, como o próprio Max admite, o RB22 vem fazendo um bom trabalho e com sinais promissores. Foram quatro pódios nas primeiras onze corridas da temporada. Questionado se houve desmotivação com o momento da Red Bull, fez questão de dizer o contrário.
“Como disse, aqui é como uma segunda família, gosto de trabalhar com muitas das pessoas daqui. Sim, quero sempre o melhor, eles também, então, tentamos fazer tudo o que está ao nosso alcance para chegar o mais próximo possível da perfeição, mas é difícil, a F1 é um ambiente muito competitivo”, falou.
A Fórmula 1 está de férias. A categoria retoma as atividades da temporada 2026 de 21 a 23 de agosto, com o GP dos Países Baixos, em Zandvoort.
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