Qual o futuro da Fórmula 1? Muitas são as especulações com relação a uma possível mudança para os motores elétricos em meados da próxima década, mas ninguém na organização aponta para essa medida. De acordo com o presidente da FIA, Jean Todt, ainda vai demorar bastante para que isso seja ao menos possível.
De acordo com Todt, não há tecnologia elétrica no mundo automotivo que consiga alimentar carros da F1 – nem sequer perto. E vai demorar bastante até que chegue esse dia, dezenas de anos, na realidade. E talvez jamais aconteça.

#iconeimagem Jean Todt (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
"No momento, dá para considerar a F1 apenas com motor híbrido. Não há como imaginar a Fórmula E substituindo a F1. 300 kms? Não existe um único carro elétrico hoje que seja capaz de andar 300 km na velocidade de um F1", afirmou ao site norte-americano 'Motorsport.com'.
"Vai levar décadas até que isso possa acontecer, se um dia acontecer", falou.
"Hoje, o híbrido é a escolha certa. O próximo passo é descobrir como podemos garantir combustíveis mais verdes", concluiu.
Ainda que não veja a F1 elétrica no futuro, Todt é desde o início um dos grandes incentivadores da Fórmula E desde a concepção, em 2014. Foi ele, inclusive, quem bateu o martelo sobre o modelo escolhido para ser o Gen2.
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