Chefe de equipe da Ferrari, Mattia Binotto vai aparecer no fim de semana de GP de Abu Dhabi, a última prova da Fórmula 1 em 2022, mas as recentes ausências do suíço indicam que seu período como líder da Scuderia pode estar próximo do fim, segundo a revista francesa AutoHebdo.

Conforme a publicação, as críticas sobre Binotto sempre foram fortes, mas ele tinha o apoio de John Elkann, presidente da Ferrari. Porém, o GP da Inglaterra deste ano, quando Charles Leclerc deixou de vencer após uma má escolha estratégica do time, que acabou tirando o monegasco até do pódio. À época, Leclerc estava 49 pontos atrás de Max Verstappen na disputa pelo título.

Segundo fontes próximas a Maranello, o momento não é mais de diálogo, e sim de separação. Mattia está na Ferrari desde 1995, inicialmente na área dos motores. Em 2019, foi promovido ao posto de chefe de equipe após a saída de Maurizio Arrivabene.

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Carlos Sainz (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

Ainda segundo a publicação, a Ferrari deseja um nome experiente à frente, e apesar de ser uma régua de corte que elimina vários candidatos, um nome que circula desde a época de Sergio Marchionne, antigo presidente da Ferrari e falecido em 2018, é de Fréderic Vasseur, chefe da Alfa Romeo. Andreas Seidl, da McLaren, também é elogiado, além de Laurent Mekies, que já ocupa o posto de diretor esportivo da Scuderia.

A Ferrari ocupa o segundo lugar no Mundial de Construtores de 2022, com 19 tentos de vantagem sobre a Mercedes antes da última corrida. O time venceu quatro vezes, três com Charles Leclerc, e uma com Carlos Sainz.