A Fórmula 1 chega ao GP da Inglaterra deste fim de semana, nona etapa da temporada 2026, com a quarta corrida sprint. É uma preocupação para os pilotos. Não necessariamente por conta da prova curta, mas de como o os dias se desenrolam, com mais restrições de parque fechado e menos possibilidade de ajustar o carro. Foi o que explicou Franco Colapinto após pergunta do GRANDE PRÊMIO durante a entrevista oficial da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) em Silverstone.

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Colapinto já havia falado sobre a dificuldade geral de gerenciar a energia na pista inglesa — segundo ele, uma das mais difíceis para isso em todo o calendário.

“É uma pista em que adoro guiar, mas que leva os carros de F1 ao limite”, afirmou. “Acho que antes do ano começar nós já sabíamos que Silverstone, Austrália, Japão seriam pistas difíceis com a energia, e que ficaríamos sem [energia]. Com retas tão longas e quase sem nenhuma frenagem, você fica de pé embaixo por 2 km ou algo assim. Vai ser difícil”, assegurou.

“E acho que a sequência da Maggots e da Becketts vão se tornar quase menos que uma curva, na verdade. Vamos entender um pouco mais quando formos à pista, mas é claro que não vai ser como no ano passado, em que tínhamos sempre energia disponível e éramos muito consistentes e rápidos, e os carros estavam um pouco mais no limite”, comentou.

Franco Colapinto tenta voltar aos pontos após ausência na Áustria (Foto: Alpine)

“Além disso, esses carros têm menos downforce, então talvez estejam ainda mais no limite do que no ano passado, não sei. No simulador pareceu um pouco mais lento”, destacou.

Aí, indagado pelo GRANDE PRÊMIO, esmiuçou as dificuldades adicionais por se tratar de um fim de semana de corrida sprint.

“Especialmente nesses tipos de pista em que você meio que precisa entender a energia e como gerenciá-la melhor ao longo da volta, é muito mais difícil tocar um fim de semana de corrida sprint”, afirmou.

“Você não tem a chance de testar e de mudar esses ajustes, porque faz o TL1 e já vai direto para a classificação, não pode mais mexer no carro. Então, a parte de entrega de energia, que eles sempre costumam ajustar — os engenheiros mudam entre as sessões e pensam em como otimizar um pouco mais a energia —, vai ser um pouco complicada”, admitiu.

“E acho que é por isso que o simulador aqui é bem importante, para tentar vir com um bom acerto para lidar com isso e tentar ter bom gerenciamento de energia na volta logo no começo do fim de semana, que é algo com que às vezes a gente sofre. Tomara que a gente consiga distribuir a energia de um jeito que fique bom de guiar o carro”, finalizou.

A Fórmula 1 volta de 3 a 5 de julho com o GP da Inglaterra, em Silverstone, nona etapa da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades  AO VIVO E EM TEMPO REALcom classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.

Além da cobertura completa das atividades, o GRANDE PRÊMIO também estará in loco em Silverstone com o repórter Leonid Kliuev.

SessãoBRA*CBVPOR
ANG
MOZ
Treino livre 108:3010:3012:3013:30
Classificação Sprint12:3014:3016:3017:30
Corrida Sprint08:0010:0012:0013:00
Classificação12:0014:0016:0017:00
Corrida11:0013:0015:0016:00

*Horário de Brasília

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